Uma cerveja à la Libanus no sabado a noite. Um violaozinho com pessoas desconhecidas na Esplanada dos Ministérios. Um céu de políticos, mas também brasilienses de brasilienses apolíticos – ou que pelo menos tentam ser. Deita na grama molhada. Abre os olhos. Na visão, o congresso, o mato, o céu claro de uma noite sem expectativas. Um pedido. A chuva cai. Sangue, muito sangue. Uma volta olímpica. Eu fico para trás. A chuva não para. A vodka também não. Tenta um, dois, três cigarros. A música ta alta. O cigarro não fica aceso. São 5h da manhã. Três malucos da capital tomando chuva por aí. Todos encharcados. Foda-se. Tem dias que eu acordo um pouco concepcionista, se é que entendem o que eu quero dizer.
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Fevereiro 26, 2008 às 7:56 pm |
Não. Eu não entendo o que vc quer dizer. Primeira vez que leio a palavra concepcionista.