É aquela velha história de não correr atrás da borboleta. Ontem à noite resolvi dar uma volta com uns amigos, beber cerveja (já que eu não era o amigo da vez e estava de carona) e, mais tarde, ir dançar. Mas antes a gente passou para abastecer em algum posto da Asa Norte, acho que na 107, talvez. Enquanto o frentista completava o tanque, aproveitei para ir até a loja de conveniência do próprio posto para comprar cigarros e bebidas. Quando abri o freezer, dou de cara com a cerveja argentina Quelmes. Gritei para a atendente. “hey, quanto custa?”. “R$ 4,50”. Pensei comigo mesmo: “um barato, vou comprar e levar para os meninos no carro”. Eu já havia experimentado a Quelmes anteriormente, em viagem a Buenos Aires. Mas qual foi minha surpresa quando, ao tentar pegar quatro garrafas da cerveja argentina? Simplesmente esbarrei em uma verdinha linda (veja foto), que me é tão intima: a cerveja alemã Beck’s.
Acho que muitos de vocês não a conhecem, mas é uma das mais famosas e melhores cervejas da Alemanha.. E, além do que, é muito especial pra mim. A Beck’s é genuinamente de Bremen, cidade ao norte do país, onde fiz intercâmbio em 2006. Depois que voltei para o Brasil, a procurei sem sucesso em vários lugares. Uns me diziam que a cerveja não era exportada para o Brasil, informação que nunca confirmei. Outros diziam que eu poderia encontrar em São Paulo. No Rio de Janeiro, tentei em vários pubs e supermercados. No entanto, o que me deixou mais intrigado foi o fato de, assim, sem procurar, acabei encontrando a cerveja em um posto qualquer, em uma quadra qualquer, aqui mesmo em Brasília, uma província quando o assunto é novidade.
O papo da noite foi Becks, claro. Até porque, acho que isso deve acontecer com vocês, quando sentem o cheiro ou o gosto de algo, parece que você volta ao passado e se sente naquela mesma situação. Daí, então, lembrei da casa da Alemanha, da família Wendt, dos amigos russos que fiz por lá, das baladas que curti em Berlin e até de um jogo de futebol que fui às 7 da manhã, em pleno inverno europeu e bebi Beck’s Gold e comi salsicha alemã. Ah, que saudades! Falando nisso, a cerveja é tão vício entre as pessoas do norte do país, que até para criança ela já tem. Lembro que eu tomei muito (sim, é gostosa), Beck’s Orange e Lemon. Tomei a Original ontem, mas a Gold é mara também. E como tudo que é bom acaba sendo caro, a cerveja custa R$ 7,90. Mas eu não liguei, era por uma causa justa. A velha história de não correr atrás da borboleta, porque, um dia, ela pousa em seu ombro. Um brinde, então.
Quem quiser conhecer um comercial da cerveja, eu indico esse aqui: http://www.youtube.com/watch?v=h_-EFmhkOGY&NR=1
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Agosto 11, 2008 às 1:33 am |
Seu bêbado!
Saudade.
Agosto 13, 2008 às 4:41 pm |
posto de gasolina é O CANAL!!
quem me dera um assim aki, aiai…
Quilmes, corrige aí!
bjoooo!!!
Novembro 17, 2008 às 1:58 am |
aaa meelhoorr ceerveejaa doo muundoo neem seeii too peenssandoo ..