Além de descobrir novas guloseimas e especiarias locais, ir ao supermercado no exterior é um ótimo exercício para conhecer melhor o povo do país em que você se encontra. Em Toronto, essa era uma das minhas atividades favoritas – principalmente em um fim de tarde durante a semana. Por lá, o supermercado mais famoso, ou talvez o mais conhecido, é o NoFrills. A empresa leva esse nome porque a maioria dos produtos vendidos nas lojas não possui marca. São os famosos “no name”. Em tradução livre, No Frills quer dizer “algo sem luxo”. Basicamente, você deixa de pagar, sei lá, $3 em um pote de feijão de marca, para levar um “genérico” por menos da metade do preço. Continue lendo
[off topic] Happy Birthday, Kaella!
Friends are like shadows, they let other people know not to mess with you by constantly being with you! Thanks for being the shadow of my life and for being there when I needed the most (you know that, right?). And I don’t care if I’m in Brazil and you’re in The States. By the end of the day, we’re all together somehow. Happy Birthday, Kaella. I fucking miss you.
Eu mudei para o Paquistão
No início de 2011, tomei uma decisão que, para boa parte de meus familiares, foi impensada e maluca: mudei para o Paquistão, o país do Talibã. Depois de diversas pesquisas sobre meu novo destino – muitas delas com resultados negativos – resolvi que, ainda assim, iria me aventurar, conhecer o novo, descobrir uma nova cultura, um novo lugar para chamar de casa. No dia 4 de abril daquele ano, então, parti rumo ao desconhecido. Antes de desembarcar em Islamabad, a capital paquistanesa, passei ainda por Portugal, França e os Emirados Árabes – afinal, é uma longa viagem! Fiquei deslumbrado com os encantos de cada um desses lugares nos dias em que por lá fiquei. Mas não conseguia mesmo parar de pensar no Paquistão, onde eu passaria a viver com meu pai, que já mora no país há alguns anos. Continue lendo
Preciso de você!
Que tal me ajudar a transformar o blog Dramas do Sucesso em um espaço que sirva de inspiração para as pessoas tirarem a bunda do sofá e viajarem o mundo em busca de prazer, diversão e autoconhecimento? Dê um like na minha página no Facebook e, caso tenha uma boa história para contar, envie para o email: pacheco.elton@gmail.com. Vale tudo: roteiro de viagem, impressões sobre o local visitado, transformações pessoais ao longo da jornada, etc. Use e absue dos seus dramas (ou os de quem você encontrou no caminho). Aos poucos, a gente aumenta o conteúdo dos posts e também o número de visitantes!
[off topic] Antes tarde do que nunca
Demorou duas temporadas inteiras, mas, finalmente, Hung deixou para trás o preconceito velado que ameaçava à série ao fracasso. Em What’s Going on Downstairs?” or “Don’t Eat Prince Eric”, o sétimo episódio da terceira e última temporada, Ray Drecker, personagem de Thomas Jane, parece ter tomado um banho de realidade. Ele se deu conta de que, para aumentar o faturamento do seu negócio, precisaria modernizar a sua clientela e a fazer o que todo mundo sabe que acontece no mundo da prostituição masculina: sair com homens. Essa história de que mulheres mais velhas são a maioria é coisa que a HBO, produtora da série, inventou, sabe-se lá, baseada em quê, mas que nunca pegou muito bem. Continue lendo
The Journey of Each
A year ago when I moved to Canada I had no idea that, beyond all the hubbub of traveling, making friends, and seeing new places, I was beginning a journey into myself. Like when lining up dominoes: by the speed of light, you drop the first and the rest fall in sequence. An avalanche of emotions. With each fall is a new discovery. Between one and the other, there was a short time required to learn to do right. The first domino was knocked over by my decision to leave. The rest was the result. Continue lendo
A viagem de cada um
Há um ano, quando mudei para o Canadá, eu não tinha ideia de que, além de todo o oba oba de viajar, fazer amigos, conhecer lugares novos, eu também estava começando uma jornada pelo autoconhecimento. Como quando se enfileira dominós: na velocidade da luz, você derruba o primeiro e o resto cai em sequência, numa avalanche de emocões. A cada queda, uma nova descoberta. Entre uma e outra, o curto espaço de tempo necessário para aprender a fazer certo. O primeiro dominó que derrubei foi a minha decisão de partir. O resto foi consequência disso. Continue lendo

