O Observatório da Imprensa quer saber: quem contrataria Gilmar Mendes para dirigir um jornal?

Julho 1, 2009 by Elton Pacheco

Por Alberto Dines
Jornalista, criador do site Observatório da Imprensa, ex-professor da Escola de Jornalismo de Nova Iorque, ex-editor do Jornal do Brasil e pesquisador da Unicamp
 
GilmarmendesMesmo os inimigos do ministro-presidente do STF Gilmar Mendes são obrigados a reconhecer o seu vasto saber jurídico, sua cultura, sua capacidade de expressar-se com tanta clareza e elegância como também seu conhecimento do idioma alemão.

Diante da sua obsessão em demonstrar que o jornalismo não é uma profissão e, portanto, não precisa ser regulamentado, este Observador sente a necessidade de repetir, ampliar e reformular a pergunta dirigida ao professor e ex-ombudsman da Folha e do iG Mario Vitor Santos na edição da semana passada (23/6) do Observatório da Imprensa na TV:

– Você contrataria o presidente do STF para dirigir o seu jornal?

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Mestre em cultura egípcia promove curso de interpretação de Hieróglifos em Brasília

Julho 1, 2009 by Elton Pacheco

Jorge Aguer desembarca na capital no próximo dia 1° de agosto para início do curso. Encontros serão mensais, com valor de R$ 100, cada. Vagas limitadas.  

foto jorge aguer

Brasília ganhará um curso inédito de Hieróglifos e Mitologia Egípcia, com o renomado mestre em estudos daquele país, Jorge Aguer. O curso terá duração de seis meses, com um encontro mensal, a partir das 8h30 da manhã, no auditório do hotel Suit Comfort, localizado ao lado do Brasília Shopping. O valor mensal é de R$ 100, pago a cada nova aula. Quem preferir, poderá se matricular no curso em qualquer momento. A previsão é de que os encontros aconteçam, sempre, na primeira semana de cada mês.

“Com este trabalho, garantiremos que o aluno esteja apto para traduzir e interpretar um texto em Hieróglifos, além de conhecer a mitologia egípcia. Para isso, utilizaremos de um programa de computador, que já está incluso no valor do curso”, explica Jorge Aguer.

Centro de Estudos Egípcios

Há um mês e meio, Aguer criou, em Caxias do Sul, um centro de estudos da cultura egípcia, com o objetivo de difundir a riqueza do povo do Egito. Em Brasília, o mestre vem, esporadicamente, para proferir palestras e ministrar oficinas. “Vejo que o brasiliense estabelece uma relação muito próxima entre a cidade e o Egito e até consegue encontrar relações místicas. Não tenho uma referência história, ou muito menos cientifica, mas tudo que é do plano espiritual eu respeito”, brinca o mestre, que já divide seu tempo entre o Sul e a capital do país, há dois anos.

Jorge Aguer

Formado em antropologia em Montevidéu, Uruguai, cidade onde nasceu, Jorge Aguer também se especializou em Mitologia. Viaja, rotineiramente, ao Egito com grupos de interessados em conhecer e desvendar os mistérios daquele país. Possui três livros publicados. O primeiro deles, chamado de Natália, foi lançado em 1981. Dezenove anos depois, já instalado no Brasil, lançou O Terapeuta Solar, livro de grande repercussão, à época. Em 2005, o terceiro livro As Ciências Sagradas do Antigo Egito veio para consolidar, de vez, a imagem o mestre, como uma das principais fontes no estudo da cultura egípcia no Brasil. Recentemente, escreveu Lu-met, a filha de Isis. Hoje, Jorge Aguer viaja ministrando cursos e formando grupo de estudos, discípulos e iniciantes nas ciências sagradas.

Serviço:

Informações sobre o curso nos telefones: 32744297, 30331497 e 99819348, tratar com Socorro.

Antenado com a modernidade, Aguer está, também, a disposição para responder emails. Escreva para jorge@jorgeaguer.com.br.

Informações para a imprensa:
Elton Pacheco
pacheco.elton@gmail.com
61 8431-0335

 

Quando o amor chama

Junho 26, 2009 by Elton Pacheco

hunterpatchadamsA maturidade de seus 64 anos o faz levar, hoje, mensagens de amor ao redor do mundo. Mas nem sempre foi assim. Na adolescência, desiludido com a sociedade do pós-guerra, viu-se diante da inércia e abrigo em hospícios. Após duas tentativas de suicido sem sucesso, traçou três objetivos na vida: estudar medicina, nunca fazer dinheiro com a profissão e tornar-se um instrumento de intermédio entre o amor e seus pacientes. Mas com detalhes: em vez do jaleco branco, estetoscópio no pescoço e cara fechada, roupas coloridas, nariz de palhaço, piadas hilárias e irreverência, muita irreverência.

Você deve conhecer o protagonista desta história. O dono dela é o médico norte-americano Hunter Patch Adams, que esteve em Brasília, no dia 25 de maio, para falar sobre a importância da humanização de pessoas no ambiente de trabalho e, claro, para contar sua inspiradora história de vida.

Desde 1971, Adams atende milhares de pessoas doentes, em seu projeto que culminou com a criação do Gesundheit, um instituto médico construído na Vírginia do Leste, nos Estados Unidos, que oferece atendimento gratuito à população. Em 1998, inspirou o filme que leva seu próprio nome, estrelado pelo ator Robby Williams, vencedor de um Oscar no ano seguinte. Com a visibilidade de Hollywood, inspirou e atraiu milhares de seguidores em todas as partes do mundo, além dos chamados Clown Groups, isto é, médicos e voluntários que se vestem de palhaços e acrescentam ingredientes como o amor, o carinho e a atenção ao tratamento convencional. Esses grupos, inspirados por Patch Adams, começaram a ser espalhados a partir de 1984, em viagens à Rússia e continuam até hoje, marcando presença em mais de 60 países, em seis continentes.

Hunter Patch Adams é autor de dois livros. Gesundheit, o primeiro deles, deu origem ao filme americano. O segundo, e mais recente, House Calls: how we can heal the world a visit at time, consagra-se como um guia e verdadeiro livro de cabeceira a todos aqueles que se inspiram na filosofia do médico e queiram agir: sejam em visitas em hospitais, prisões, abrigos, no convívio familiar ou, até mesmo, nas relações trabalhistas. O livro traz 120 ilustrações assinadas pelo cartunista Jerry Van Amerongen. “Quero induzir as pessoas a buscarem o amor. Assim elas serão livres”, concluiu Adams.

Clique abaixo para saber a “simpatia” que é o doutorzão Patch Adams.

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Formado em jornalismo: e agora?

Junho 25, 2009 by Elton Pacheco

praquediplomaComo muitos aqui já sabem, neste semestre eu conclui, depois de 4 anos e meio sentado nos bancos da universidade, meu curso de graduação em jornalismo. O término da faculdade coincidiu, exatamente, com a decisão do Supremo Tribunal Federal – STF – de por fim à obrigatoriedade do diploma para atuação como jornalista no Brasil. Diante disso, muitos dos meus amigos, que ainda continuam na academia, e meus familiares, me perguntam: e agora, o que vai ser de você?

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Voo AF 447 e o medo de voar

Junho 8, 2009 by Elton Pacheco
259Nada mais me choca do que um acidente aéreo, talvez por esse meu gosto exacerbado por viagens e pela possibilidade de conhecer os luagres mais ermos do mundo, que os avanços na história da  aviação civil nos proporcionaram. Não sei. Já até cheguei a cogitar a ideia de que se existiu uma vida passada nela eu morri em um acidente aéreo. Chega a ser uma atração – e uma tração também. Até porque sempre tive medo de voar, embora isso nunca tenha me impedido de viajar para longe, muito longe. Leia o resto deste post »

A lágrima que não chorou

Maio 20, 2009 by Elton Pacheco

Hugo Dias - solidao - T1 - 96E hoje eu faço dela, as minhas palavras.

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.

Clarisse Lispector

No ritmo do Giramundo

Maio 14, 2009 by Elton Pacheco
Foto: Cristina Gallo/BG Press

Foto: Cristina Gallo/BG Press

Elton Pacheco
elton.pacheco@sistemafibra.org.br

O mistério que sempre envolveu o mar e os desafios que as profundezas marítimas exerceram em todas as épocas da existência humana são temas eternos que alimentam a imaginação mítica de gerações. Vinte Mil Léguas Submarinas (1828-1905), texto adaptado ao teatro de mamulengos pelo grupo mineiro Giramundo e apresentado, na noite de ontem (13), no Centro Cultural Sesi em Taguatinga, contou a história de um grupo de franceses em busca de respostas, perdido em alto mar, a bordo do Nautilus – um submarino movido à eletricidade. Mais de 500 pessoas lotaram a Sala Yara Amaral, em mais uma iniciativa do Projeto Sesi Cultural, fruto da parceria entre o Sesi-DF e da Rede Globo Brasília, em levar cultura ao trabalhador da indústria e à população que reside nas regiões distantes do Plano Piloto.

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Eu quero!

Maio 13, 2009 by Elton Pacheco
Livro de Virginia Pradelina: meu novo sonho de consumo

Livro de Virginia Pradelina: meu novo sonho de consumo

Uma tendência ao declínio da notícia de interesse público em favor de matérias de prestação de serviços e de entretenimento é a hipótese sustentada pela professora e pesquisadora Virginia Pradelina da Silveira Fonseca no livro Indústria de Notícias: capitalismo e novas tecnologias no jornalismo contemporâneo, que a Editora da UFRGS lança agora em junho.

E dessa imagem?

Maio 13, 2009 by Elton Pacheco
O iraniano Koresh Mouzuni mostra seu programa de governo para "varrer" Israel do mapa

O iraniano Koresh Mouzuni mostra seu programa de governo para "varrer" Israel do mapa

Quer dizer, o objetivo do garoto é “mandar os israelenses para o estado americano do Havaí”. Isso me lembra uma frase de Golda Meir, ex-primeira ministra e fundadora do Estado de Israel.

Ela diz assim:

“Nós podemos perdoar os árabes por matar as nossas crianças. Não podemos perdoá-los por nos obrigar a matar as crianças deles. Só teremos paz com os árabes quando eles amarem as suas crianças mais do que nos odeiam”.

O que você conclui ao ver essa imagem?

Maio 13, 2009 by Elton Pacheco
Papa visita Israel

Em visita a Jerusalém, papa Bento XVI reza no Muro das Lamentações